Será realmente o Fim? O início de uma nova era? Veja o Google Wave!

 

O fim do e-mail como o conhecemos. Assim foi apresentado o Google Wave, nova plataforma de comunicação do gigante das buscas. Mas será que para além do entusiasmo inicial, a ferramenta realmente vai marcar o início de uma nova era para as ferramentas de colaboração?
Para o Gartner, a resposta é sim. A consultoria divulgou um relatório em que prevê que a onda vai levar muitos anos para bater nas empresas, mas, quando chegar, vai mudar o cenários de competição e as oportunidades no mercado de TI.
O Google Wave é uma mistura de e-mail com mensagem instantânea, processamento de documentos e plataforma de colaboração em tempo real.
Em tese, um potencial desafiador para soluções voltadas a escritórios, como Lotus Notes, Microsoft Exchange ou Microsoft Office SharePoint Server.
Mas, para o Gartner, o Google Wave não representa uma ameaça imediata a essas ferramentas. Se tiver algum impacto sobre esses concorrentes, será em um período de cinco a dez anos, aposta a consultoria.
Contudo, o Google Wave pode mudar a regra do jogo para as soluções de comunicação em escritório. Se a moda pegar, os concorrentes terão que correr atrás do modelo que ele introduz: combinar padrões abertos de internet com uma arquitetura descentralizada.
Como o Wave tem a nada modesta ambição de mudar a forma como as pessoas se comunicam na internet, ele já começa aberto a colaborações.
Mais do que criar sistemas que possam conversar com o Wave, o Google convidou os desenvolvedores a adicionar novas lógicas de processamento ao conteúdo da plataforma e a levar suas funções para sites externos, expandindo os limites da comunicação para muito além das redes corporativas.
Se o Google emplacar essa visão entre os desenvolvedores, na escala em que pretende, o Wave pode se tornar parte da própria infraestrutura da internet. E quem ganha é a web.A consultoria faz, no entanto, algumas ressalvas para que o Google Wave realmente conquiste território entre as empresas. De saída, o excesso de funções pode assustar o usuário. Além disso, a dependência do navegador pode ser uma barreira de entrada no mundo corporativo, que ainda confia mais no bom e velho software offline.
A recomendação do Gartner às companhias é fazer uma avaliação de risco quando os usuários começarem a requisitar os recursos do Wave – que por enquanto está em beta fechado – e pesar o quanto as inovações da plataforma podem impactar suas visões de negócios.
Para os fornecedores da área, um aviso: encarem o Google Wave como futuro rival.

 

O fim do e-mail como o conhecemos. Assim foi apresentado o Google Wave, nova plataforma de comunicação do gigante das buscas. Mas será que para além do entusiasmo inicial, a ferramenta realmente vai marcar o início de uma nova era para as ferramentas de colaboração?

Para o Gartner, a resposta é sim. A consultoria divulgou um relatório em que prevê que a onda vai levar muitos anos para bater nas empresas, mas, quando chegar, vai mudar o cenários de competição e as oportunidades no mercado de TI.

O Google Wave é uma mistura de e-mail com mensagem instantânea, processamento de documentos e plataforma de colaboração em tempo real.

Em tese, um potencial desafiador para soluções voltadas a escritórios, como Lotus Notes, Microsoft Exchange ou Microsoft Office SharePoint Server.

Mas, para o Gartner, o Google Wave não representa uma ameaça imediata a essas ferramentas. Se tiver algum impacto sobre esses concorrentes, será em um período de cinco a dez anos, aposta a consultoria.

Contudo, o Google Wave pode mudar a regra do jogo para as soluções de comunicação em escritório. Se a moda pegar, os concorrentes terão que correr atrás do modelo que ele introduz: combinar padrões abertos de internet com uma arquitetura descentralizada.

Como o Wave tem a nada modesta ambição de mudar a forma como as pessoas se comunicam na internet, ele já começa aberto a colaborações.

Mais do que criar sistemas que possam conversar com o Wave, o Google convidou os desenvolvedores a adicionar novas lógicas de processamento ao conteúdo da plataforma e a levar suas funções para sites externos, expandindo os limites da comunicação para muito além das redes corporativas.

Se o Google emplacar essa visão entre os desenvolvedores, na escala em que pretende, o Wave pode se tornar parte da própria infraestrutura da internet. E quem ganha é a web.A consultoria faz, no entanto, algumas ressalvas para que o Google Wave realmente conquiste território entre as empresas. De saída, o excesso de funções pode assustar o usuário. Além disso, a dependência do navegador pode ser uma barreira de entrada no mundo corporativo, que ainda confia mais no bom e velho software offline.

A recomendação do Gartner às companhias é fazer uma avaliação de risco quando os usuários começarem a requisitar os recursos do Wave – que por enquanto está em beta fechado – e pesar o quanto as inovações da plataforma podem impactar suas visões de negócios.

Para os fornecedores da área, um aviso: encarem o Google Wave como futuro rival. 

Fonte: Info

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